domingo, 11 de novembro de 2012

Viva o S. Martinho!!!


Para quem já não se recorda...

Lenda de S. Martinho

"Num dia tempestuoso ia São Martinho, valoroso soldado romano, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada.
S. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo( só deu metade porque a outra metade pertencia ao imperador).
E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade.
Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de estio inundou a terra de luz e calor.
Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o ato de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a benção dum sol quente e miraculoso." 
Popular



Com o intuito de homenagear S. Martinho e preservar a tradição popular, os Alfas e Carochinhas participaram no tradicional magusto que se realiza anualmente no Largo junto ao Jardim de Infância de Meãs do Campo!
Uma tarde diferente de convívio e de aprendizagem entre as crianças, educadoras, professores e auxiliares e muitas castanhas assadas!
Um agradecimento à Junta de Freguesia que mais uma vez ofereceu as castanhas que eram bastante saborosas!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A manta do rio (cont.)

 
 
 
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"A manta do rio"

Ontem recebemos a visita da equipa da Biblioteca Escolar da EB 2,3 Dr José dos Santos Bessa, a Profª Susana e a Profª Edite!
Desta vez não havia livro,... não havia projetor,... pediram-nos espaço!!!
Espalharam uma manta, acomodámo-nos e eis que através de algumas folhas escritas iniciámos uma viagem repleta de magia... com Alfas e Carochinhas a representarem personagens do rio...
De repente...
- É o Rio Mondego!
- Olhem, é a Serra da Estrela!
- E o castelo... e os campos de arroz...
Que coincidência! Os Alfas e Carochinhas quando fizeram a visita ao Castelo de Montemor estiveram a observar os campos de arroz, os canaviais, os patinhos...


A história da manta do rio desenrola-se mesmo aqui e apela para todos ajudarmos a preservar o nosso meio ambiente, desde a flora à fauna...


Que lindo texto escrito pela profª Edite!
Obrigada por termos a sorte de poder ouvir uma história da própria autora! Mais um momento único que pudemos partilhar na nossa escolinha!

Ficamos à espera de uma outra oportunidade...

Um miminho...

Obrigada!!!

Vem aí o S. Martinho!

Amanhã os Alfas e as Carochinhas irão participar no tradicional magusto que se realiza no largo junto ao Jardim de Infância de Meãs do Campo!
Esperamos que não chova para podermos fazer uma grande fogueira e assar as castanhas!

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Pequeno filme... aterrador!!!

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Concurso de abóboras

Nesta semana de bruxas e bruxinhas lançámos um desafio: decorar uma abóbora, o mais assustadora possível!
Mais uma vez, e à semelhança do desafio com castanhas do ano anterior, os Alfas e Carochinhas e os seus pais estão de parabéns com a criatividade que demonstraram ao trazer para a escola tantas abóboras com decorações originais e... muito assustadoras!!!

Eis algumas dessas abóboras...

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Os Alfas e as Carochinhas também foram pedir os bolinhos e bolinhós pelas ruas de Casal Novo...

Bolinhos e bolinhós

Em Portugal, especialmente na zona centro e estremadura, no dia 1 de novembro ou de todos-os-santos, as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos bandos para pedir o Pão-por-Deus (ou o bolinho) de porta em porta. 
As crianças quando pedem o Pão-por-Deus recitam versos e recebem como oferenda: pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, tremoços amêndoas ou castanhas que colocam dentro dos seus sacos de pano, de retalhos ou de borlas.
É também costume em algumas regiões os padrinhos oferecerem um bolo, o Santoro.
Em algumas povoações chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’.
Os bolinhos típicos são especialmente confecionados para este dia, sendo à base de farinha e erva doce com mel, noutros locais leva batata-doce, abóbora e frutos secos como passas e nozes. 

São vários os versos para pedir os Bolinhos e bolinhós ou Pão-por-Deus:

Ó tia, dá Pão-por-Deus?
Se o não tem Dê-lho Deus!
Ou então:


Bolinhos e bolinhos
Para mim e para vós
Para dar aos finados
Qu'estão mortos, enterrados
À porta daquela cruz
ou


Pão, pão por deus à mangarola,
encham-me o saco,
e vou-me embora.


Tenho um saco à gringola,
se mo encherem vou-me embora!

ou


Pão por Deus,
Fiel de Deus,
Bolinho no saco,
Andai com Deus.



ou
Truz! Truz! Truz!

A senhora que está lá dentro
Assentada num banquinho
Faz favor de s'alevantar
Para vir dar um tostãozinho.



Quando os donos da casa dão alguma coisa:

Esta casa cheira a broa
Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho
Aqui mora algum santinho.


Como não é muito aceitável rejeitar o bolinho às crianças, as desculpas eram criativas:

Olha foram-me os ratos ao pote e não me deixaram farelo nem farelote

A quem lhes recusa o Pão-por-Deus roga-se uma praga em verso:
O gorgulho gorgulhote,
lhe dê no pote,
e lhe não deixe,
farelo nem farelote.

ou

Esta casa cheira a alho
Aqui mora um espantalho
Esta casa cheira a unto
Aqui mora algum defunto.


Já passou a noite das bruxas...


Zoo EuroParadise de Montemor-o-Velho

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Visita ao Castelo de Montemor-o-Velho

Depois de um "banho" entre a saída do autocarro e a entrada no castelo, nada melhor que uma porta aberta da Igreja de Santa Maria da Alcáçova, situada no interior do castelo, para nos abrigarmos e ouvirmos algumas histórias e lendas sobre o nosso concelho...


A atenção foi uma constante...



A boa-disposição também...



A paisagem vista do castelo é deslumbrante... avistámos o Paúl do Taipal e alguns campos do Baixo Mondego onde o arroz já foi colhido...



As "professoras novas" também nos acompanharam nesta aventura pela nossa região "molhada"...

 
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Castelo de Montemor-o-Velho


O castelo de Montemor-o-Velho, está implantado num local que apresenta vestígios de ocupação muito antiga, provavelmente pré-histórica, todavia é certa a ocupação romana, atestada pelas pedras utilizadas na base da Torre de Menagem.

As primeiras referências a este castelo, dão conta da sua reconquista aos árabes por volta de 848, mas cairia de novo nas mãos dos muçulmanos em 990, com nova reconquista cristã por volta de 1006, para voltar à posse árabe em 1026, e este alternar de conquistas e reconquistas só viria a estabilizar por volta de 1064, quando Fernando Magno reconquista toda a região, empurrando os árabes para lá do Mondego.

Este castelo em conjunto com os de Miranda, Penela, Soure e Santa Eulália, formavam, no período da consolidação da independência do Condado Portucalence, uma cintura defensiva da cidade de Coimbra.

Palco de muitas lutas, não só com os árabes, mas também devido às disputas entre os príncipes e reis de Portugal, e até nas invasões francesas, foi sendo reparado, ampliado e modificado ao logo dos séculos, mas se alguma coisa marca a história desta fortaleza, é o facto nela ter sido decidida a morte de Inês de Castro.

Ao longo dos anos, a quebra progressiva do interesse militar deste tipo de estruturas, foi ditando ou o abandono ou a sua utilização com outros fins, neste caso chegou a existir no seu interior, um cemitério, junto à igreja da Alcáçova, que foi retirado em meados dos século XX.

A partir de 1936 tem vido a ser conservado, foram reconstruídas muralhas, foi colocada instalação eléctrica e criada uma casa de chá no que resta do chamado, Paço das Infantas. Está classificado como Monumento Nacional.

Para além do que este castelo tem para ver, da sua grande estrutura defensiva, no seu interior encontram-se as ruínas do antigo paço senhorial, a Igreja de Santa Maria da Alcáçova, a Capela de Santo António, a Igreja da Madalena e as ruínas da Capela de São João.

Desafios matemáticos...

 
 
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Dia da Alimentação -16 de outubro

No dia 16 de outubro comemorámos o Dia da Alimentação e mais uma vez pedimos ajuda a alguém mais especializado nesta matéria... Desta vez foi a mãe da Viviana, a enfermeira Fátima, que muito gentilmente se deslocou à nossa escola...


O tema escolhido foi "A alimentação saudável" onde a enfermeira Fátima recordou a importância de todos fazrem uma alimentação variada e equilibrada, reforçando  o valor de todos os alimentos ricos nos mais diversos nutrientes essenciais para o crescimento e desenvolvimento do nosso corpo...


Os alunos no final da sessão esclareceram as suas dúvidas e ganharam um marcador de livros decorado com um lindo fruto!


Para finalizar os alunos ainda puderam degustar alguns frutos de outono...
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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

domingo, 14 de outubro de 2012

Os baús da Biblioteca Escolar e... "o grilo verde"

 


Foi com grande entusiasmo que os alunos foram à descoberta do que continha o baú da BE, que está bastante pesado este ano!
Para além dos dois pack para exploração na sala de aula, há muitos livros para explorar, ler, ver, sentir...
A pedido de muitos alunos iniciámos o dia com a leitura da história de António Mota e ilustração de Elsa Navarro "O grilo verde"!
Relembrámos os elementos partextuais (capa, contracapa, lombada, guardas, folha de rosto,...) identificámos o autor e a ilustradora, analisámos as gravuras, lemos um excerto da história na contracapa e a biografia do autor.

Organizámo-nos em grupos e partimos à aventura... a meio da história alguém comentou:
- Professora, esta história é parecida com a do Patinho Feio!
Todos percebemos a mensagem da história - ser-se diferente, por vezes, não é fácil...
Por fim representámos a cena que mais nos despertou a atenção!
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